Glória Fácil...

...para Ana Sá Lopes (asl), Nuno Simas (ns) e João Pedro Henriques (JPH). Sobre tudo.[Correio para gfacil@gmail.com]

segunda-feira, dezembro 22

Tomem nota...

...disto, que se lê algures no longo 'post', intitulado "Ainda bem que me fazes essa pergunta":

"Se se provar que as ADM [armas de destruição maciça] eram um logro deliberado, então esta guerra foi uma mentira, e eu fui dos que acreditei na mentira. A consequência dessa mentira tem de ser o afastamento dos líderes responsáveis, e mesmo outras eventuais punições. Cá estarei para defender isso mesmo se essa deliberada manipulação se provar. E para fazer o mea culpa."

Tenho a impressão que nunca tinha lido uma posição destas em quem defendeu - com muito empenho - a invasão do Iraque (mas se estiver enganado que me corrijam). E é de sublinhar que Pedro Mexia dá à questão das ADM a importância central que ela realmente tem: "A guerra contra o Iraque baseou-se, essencialmente, na alegação da posse, por parte de Saddam, de Armas de Destruição Maciça, que punham em causa a estabilidade regional e mesmo mundial".

Neste momento a "verdade" (com aspas) está em trânsito para a mentira (sem aspas). Mas é certo que pode, a qualquer momento (se se encontrarem as ADM) regressar ao seu lugar original, o de verdade sem aspas.
A qualquer momento - mas quando? Quando expira o prazo para sabermos se esta guerra foi (ou não) assente numa mentira?
|| JPH, 14:35

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