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segunda-feira, maio 3

A “merda” na III República (3)

Desta vez os protagonistas são Francisco Sousa Tavares (na altura já deputado do PSD) e Jerónimo de Sousa (na altura, como hoje, deputado do PCP). O deputado comunista não reconhecia a Sousa Tavares pergaminhos na luta contra a “opressão”.

Data:04 JAN 82
O Sr. Presidente (Oliveira Dias, do CDS): - Tem a palavra o Sr. Deputado Jerónimo de Sousa.
O Sr. Jerónimo de Sousa (PCP): - Sr. Deputado Sousa Tavares, a sua voz grossa não me impressiona e, para o acalmar, devo dizer-lhe que sou capaz de falar mais grosso do que o senhor.
Aplausos do PCP.
O Sr. Sousa Tavares (PSD): - Idiota!
(…)
Jerónimo de Sousa: Enquanto o senhor [Sousa Tavares] tem a experiência que referiu, eu tenho a experiência de 15 anos de empresa, de fábrica, de exploração, cinco anos de Parlamento e nunca admiti que nenhum deputado, seja ele quem for, esteja a mandar «bocas» como o senhor. Fale mais vezes, se for necessário, e cale-se, porque não tem o direito de falar como o fez e ofender esta Assembleia.
Aplausos do PCP.
O Sr. Sousa Tavares (PSD): - Olhe, vá à merda! Idiota! Mandrião! Vá trabalhar, que foi aquilo que nunca fez na vida! Calaceiro!
O Sr. Presidente: -Srs. Deputados, agradecia que não se mandassem calar uns aos outros, porque, dentro dos limites do Regimento, todos os deputados têm direito a usar da palavra, inscrevendo-se para isso.
Está encerrado este incidente. Para uma declaração política, tem a palavra o Sr. Deputado Lemos Damião.
|| JPH, 15:43

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