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sábado, julho 10

Vigilância, qual vigilância?

A crise «acabou». Jorge Sampaio entrou por um caminho estreito, ao convidar Pedro e Paulo para um Governo da «continuidade»...

Várias dúvidas me assaltam. O Presidente - ao recusar a «bomba atómica» da dissolução - promete ficar vigilante. Desculpe? Vigilante como? Alguém acha que Pedro e Paulo, no poder, vão cometer erros crassos, radicais, ainda mais já estando de sobreaviso? E como justificaria o Presidente uma dissolução da Assembleia? Como se medem essas mudanças radicais na política europeia, justiça (qual é a política dos últimos anos?), defesa? Será que o povo compreenderia que o Presidente usasse a bomba devido a oscilações na consolidação orçamental?

É preciso instalar um «vigilantómetro» em Belém!

|| Nuno Simas, 16:49

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