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quinta-feira, setembro 30

De Jan Garbarek à existência de Deus

Jan Garbarek deu, este ano, um concerto fabuloso em Lisboa, no CCB, revisitando temas jazzísticos de Visible World e Rites. A lotação não esgotou. O que encheu a sala foi a magia do som do saxofone do norueguês.

Outro concerto de Garbarek, esse sim verdadeiramente memorável, aconteceu em 1995, no Convento do Beato. Ao saxofone de Garbarek juntou-se o The Hilliard Ensemble, na altura em que foi publicado o álbum Officium. A mistura entre as obras litúrgicas, a cappella, do quarteto britânico e o saxofone de Jan Garbarek foi magistral.

Os quatro cantores [David Jones, Roger Covey-Crump, John Potter e Gordon James] percorriam lentamente os claustros [um autêntico profectorium enquanto cantavam. Garbarek ia acompanhando, ora com sax tenor ora com sax soprano.
Sons divinos!

Quem me conhece, sabe que sou ateu, mas aos meus amigos católicos já confessei que, a converter-me, seria pela música.

Jan Garbarek acaba de lançar um novo álbum. Chama-se In Praise of Dreams

|| Nuno Simas, 17:48

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