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segunda-feira, outubro 4

E a «liberdade de expressão»? (II)

Podem ler outra vez. Já fiz uma actualização.

Marcelo Rebelo de Sousa é um homem livre, mas alinhado politicamente. Foi líder do PSD. Foi ministro de um Governo PSD. Toda a gente o sabe.

Os seus comentários dominicais na TVI - há quem lhes chame homilias... - são exercícios de liberdade de alguém que - toda a gente o sabe - é militante de um partido. E que não gosta por Pedro Santana Lopes. Azar! Toda a gente sabe isso e quem vê e ouve a análise do professor não vai ao engano... E - é preciso dizê-lo com frontalidade - é preciso, algumas vezes, dar o desconto do «cartão laranja» do professor.
As análises são muitas vezes certeiras! Outras, nem por isso e Marcelo não resiste à «traquinice», a comentar os «factóides» políticos. Diz-se, até, que ele foi o inventor dos factos políticos em Portugal quando estava no Expresso, não é?
É hoje assim com Santana Lopes, como foi no passado com António Guterres. Ou Cavaco Silva. Lembram-se das análises na TSF? Com os mesmos vícios e as mesmas virtudes.
Quanto a comentários isentos, estamos falados!

Agora, surgiu um ministro, o dr. Rui Gomes da Silva, dos Assuntos Parlamentares (visado no comentário do último domingo), que se queixa de «falsidades» e «mentiras» ditas por Marcelo e de o professor não ter contraditório. Que nem a oposição conseguem «destilar» tanto ódio ao primeiro-ministro!
Ora bolas, então não há liberdade de expressão em Portugal?

No fundo, o dr. Gomes da Silva está a dar oportunidade de ouro ao prof. Rebelo de Sousa engordar ainda mais, no próximo domingo, as suas audiências. O professor agradece e todos imaginamos o calibre do «chumbo» que vai cair em cima do dr. Gomes da Silva. O prof. Marcelo e a TVI agradecem...
|| Nuno Simas, 21:51

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