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terça-feira, fevereiro 14

As más companhias de Freitas

A vida tem destas coisas e a polémica, quase guerra religiosa, dos cartoons, tem destas surpresas.
Freitas do Amaral, que domingo afirmou que tem sido o Ocidente o "maior agressor" do mundo islâmico, teve a "compreensão" do embaixador do Irão em Lisboa.
A entrevista foi à Antena 1 e a notícia é retirada do Portugal Diário.

Irão elogia Freitas do Amaral

Embaixador em Lisboa considera que o ministro português dos Negócios Estrangeiros disse «palavras boas e lógicas» e comenta o Holocausto

O embaixador do Irão em Lisboa considerou esta terça-feira que a imprensa portuguesa «teve uma atitude positiva» em relação à polémica em torno das caricaturas de Maomé.
Em entrevista à Antena 1, Mohammed Taheri considera que «o ministro Freitas do Amaral teve uma posição que deve ser destacada. Disse coisas muito positivas e muito lógicas».
O diplomata questionou ainda a visão do primeiro-ministro dinamarquês, que considerou que a publicação das caricaturas configuaravam apenas um caso de liberdade de expressão: «Que liberdade é esta que vocês têm que vos permite dizer o que querem de outros santos de outras religiões?».
O representante do Irão em Lisboa disse ainda que é normal que o presidente do seu país queira organizar um seminário sobre o tema do Holocausto: «A liberdade afinal termina quando se fala de Holocausto?».
O embaixador diz que «há muito por contar» e que ele próprio esteve em Auchwitz e fez «as contas». «Para incinerar seis milhões de pessoas seriam precisos 15 anos, por isso há muito que explicar e contar».


Ele há companhias muito inconvenientes!...
|| Nuno Simas, 18:50

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