
Os leitores do Glória Fácil sabem que este blogue não se caracteriza por, a propósito de tudo e de nada, se indignar desalmaldamente, passar o tempo a "exigir" - que geralmente é o verbo de quem não tem poder para "exigir" o que quer seja - demissões e esclarecimentos urgentes e o diabo a quatro. A indignação não é um bem escasso; mas é um bem que, mal usado, se gasta e vulgariza, deixando, portanto, de ser verdadeiramente indignação.
Digo isto só para deixar bem claro que não é qualquer coisa que me indigna. É preciso que seja algo de verdadeiramente grave, pelo menos para mim, na forma como a sinto. E hoje isso aconteceu. Deu-me a volta ao estômago saber, pel'
O Independente, que o procurador que liderou a investigação a José Luís Judas participou num jantar de campanha do PS, nas autárquicas de 2001, em alegre e distendido convívio com personagens como o próprio Judas, Joaquim Raposo (penso que ainda sob investigação na Amadora), José Lamego e Jorge Coelho.
Para mim é assim evidente:
1. O procurador deve ser penalizado por isto, sob pena de todo o Ministério Público se deixar manchar por esta vergonha;
2. O processo deve ser reaberto.
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