caro tomás,
antes de mais, tenho de, a contragosto embora, certificar-lhe que não o imaginava de
bermudas nem num certo tribunal em torres novas (ver dn de amanhã) -- isto a propósito de ter 'tirado' o dia para me corresponder com a sua agradável pessoa.
e que lamento enervá-lo tanto com a minha falta de maiúsculas e outras vénias. quanto às minhas leituras apressadas, terei de reincidir: é que estive a ler a nova posta que mais uma vez teve a gentileza de me dedicar e não percebi o que teria o comedido (como não poderia deixar de ser)argumentário que nela expõe a ver com aquilo que estava, creio (sempre insensata e irreflectida, rápida e fulminante e sobretudo geniosa)em causa no seu anterior post, o tal que suscitou a minha contradita. que tem a lei actual e a justificação do aborto legal até às 12 semanas com base no risco para a saúde física com a preocupação com as aldeãs, as camponesas, as operárias e outras pessoas sem recursos económicos?
enfim, não percebi nem virei decerto a perceber, forçada que sou pela natureza a ver tudo de modo exaltado, sempre com o coração a saltar-me por todos os lados (a ver se um cardiologista dos bons me resolve isto). como não entenderei, por mais que o tomás tenha a paciência de me querer explicar, que têm as manifestações contra a invasão do iraque e os discursos do almodôvar e as resistências que presumo anti-fascistas (desculpe, não sei a sua idade, e gosto de dar o benefício de um passado glorioso aos meus interlocutores)a ver com o assunto que no caso aqui nos trouxe.
insensatamente, subscrevo-me, com estima e consideração,