A cerimónia foi no Palácio de Queluz, antigo palácio rural dos Marqueses de Castelo Rodrigo. Naquelas salas tão douradas respirava-se – não fossem os carros e os toques de telemóveis, essa tão útil praga! – um ambiente “antigo”.
Era ver o núncio apostólico em Lisboa (decano dos diplomatas) a fazer a revista às tropas!… No caso, uma companhia da tão republicana GNR, com charanga e tudo!
Em frente ao Palácio - tantas vezes comparado ao Palácio de Versalhes, de Luís XIV - lá evoluía o cardeal com a sua sotaina escarlate por entre os homens da GNR.
Estão a imaginar? Uma viagem no tempo?
'Tá bem... É a tradição!
Viva a lei do Protocolo de Estado.